O coelho sonhador

Autor: João Marcelo Araújo dos Santos

Ufa, contei tudo que fiz para fugir da casinhola.
Ah, você não me conhece, muito prazer sou Jack! Um coelho muito fofo tenho olhos azuis e pelo branco. Agora que já me conhece posso continuar a história.
Já que estou livre da casinhola de Clarice, minha antiga dona, posso realizar os meus sonhos de coelho.
Meu primeiro sonho é cantar!
“ Livre estou!  Livre estou! Agora ninguém vai me engaiolar.”
“Agora vou conhecer o mundo e também tentar arrumar um trabalho, pode ser numa loja de carros, talvez?’’ Perguntei a mim mesmo. “Mas devo fazer uma coisa de cada vez.” Pensei.
Mas, estava  ecoando em minha cabeça: “Como vou conhecer o mundo?.”
Fiquei pensando uns cinco dias mais ou menos e de repente… me veio a ideia perfeita: “eu vou viajar pelo mundo com um carro de controle remoto!”
“Mas, como vou conseguir um carro na rua? Já sei!” Dialoguei comigo mesmo. “Vou deixar que Clarice me capture e me coloque na casinhola, então me faço de triste para ganhar um biscoito, aquele biscoito mágico. Quando Clarice estiver distraída, eu fujo pela casa a procura do carro.”
Dentro da casa dela andei e cantei no ritmo da Pantera Cor de Rosa “taram… taram… taram… taram, tarammmmm!”
Mas, quando o achei acelerei como se estivesse no filme Velozes e Furiosos 8 versão coelho. Enquanto fugia, avistei um coelho que era cinza e feio. Ele estava sendo perseguido por um cachorro. Por dó fui salva-lo. Minutos depois ainda na rua perguntei a ele:
-Qual é seu nome? – perguntei curioso.
-Meu nome é Felipe – respondeu ele. Você tem trabalho? -me perguntou.
-Não! – respondi triste.
-Vou te dar um trabalho. – disse ele. -Numa oficina, o dono dela é um coelho preto.
Logico que aceitei, porque eu posso criar uma bateria infinita e colocar no carrinho e viajar pelo mundo inteiro. No dia seguinte, fui trabalhar na oficina ganhei dinheiro e paguei um curso de mecânico. Alguns meses estudando muito, levei meu carro na oficina para melhora-lo. Ficou top, pintei de vermelho. “estudem crianças.”
Agora faltava a bateria, eu e Felipe decidimos inventar uma infinita, para nunca mais parar de dirigir. Eu e Felipe pegamos as ferramentas para fazer a  bateria. Séculos, e mais séculos trabalhando, até que perdi a conta dos anos.
Ao amanhecer de um dia, o Felipe me disse a seguinte coisa:
-Falta uma peça para a bateria, vamos procurar.
Levantei como um jato e falei:
-Vamos então.
Dias procurando viraram semanas, semanas viraram meses, meses viraram anos e em fim achamos.
Aleluia!!! Enfim conseguimos.
Eba! Vou viajar para África. Felipe ficou resmungando baixinho até que o chamei para ir comigo para lá. Ele me respondeu bem assim: “Simm cara! Vamos.”
“Infelizmente mal sabia eu que África ficava do outro lado do mundo.”

Fim!

 

A ida para Ilha Bela

Autora: Ana Júlia Aparecida da Silva

Oi crianças vou contar para vocês uma história que fala sobre mim e meu namorado. Vou começar me apresentando, sou uma coelha branca, lindona, meus olhos são verdes, sou um pouquinho atrapalhada, meu nome é Clara Cenouras.
Agora vou falar sobre meu namorado: ele é um coelho branco, pouco cheinho, com os olhos azuis, ele também é meio atrapalhado o nome dele é: Matheus Cenouras.
Vou começar a contar a história.
Era um dia bem bonito numa plantação de cenouras, eu e Matheus nos cansamos de lá decidimos ir morar em Ilha Bela.
Tentamos ir a pé, mas cansava muito, porque Ilha Bela era muito longe.
Semanas depois, tive uma ideia, ir de carrinho de controle remoto, em frente ao parque tinha uma loja de brinquedos. Fui lá, peguei a caixa do carrinho e corri, corri muito rápido parecendo o Papa Léguas! Tentei abrir a caixa, mas não consegui, até que vi um papel escrito: abra aqui! Fiquei sem graça, o papel estava ali, ali em cima! Arrumamos o carrinho e fomos embora.
De repente o carro parou, era a bateria que tinha acabado, coloquei trinta baterias dentro de minha bolsinha. No meio do caminho a bolsinha rasgou! E as baterias caíram no meio da rua. As que sobraram, eu consegui guardar e chegar até praia.
Uma hora depois, eu disse:
– Chegamos na praia!
No meio do mar tinha alguém surfando, era o amigo de Matheus.
– É o seu amigo José! Exclamei.
– O que? José andava de skate, não surfava, não mesmo! Matheus berrou sem acreditar.
Quando ele nos viu, veio conversar com a gente.
– Oi, galera! Que saudade! Gritou José todo animado.
– Olá, eu também estava com saudade de você. Disse o Matheus apertando a pata do seu amigo.
– Querem carona para ir até a casa de vocês? Perguntou José.
-Não! Vamos ficar aqui mesmo, porque nós vamos morar aqui na praia. Disse eu.
Primeiro fizemos nossa toca, depois fizemos outra plantação de cenouras, mas tudo na beira da praia, enfeitamos nossa casa e ficou bonita.
Faz dez anos que moramos aqui, tenho três filhos: Noá Cenouras, Jack Cenouras e a mais nova três anos chamada Sabrina Cenouras.

Fim!

 

O cachorro e o coelho.

Autora: Ana Julia Cristina

Você sabe o que eu fazia fora da casinhola? Se não sabe então vou te contar o que eu fazia, mas antes vou me descrever: Sou um coelho marrom, tenho olhos pretos, confesso que eu sou bonitão, não tenho medo de nada, e meu nome é Lucas.
Agora vamos lá começar a história: Eu estava andando pelas ruas quando um cachorro feio para burro, apareceu e começou a latir, então acabei tomando um susto e subi na árvore, e ele ficou me rodeando, até que eu cai de cima da árvore e fiquei todo dolorido.
No outro dia, fui me vingar daquele cachorro. Fui procura-lo pelas ruas e o encontrei na pracinha. Coloquei num pedaço de pão um laxante e joguei para o cachorro comer e me escondi. Depois que o remédio fez efeito, comecei a rir muito, muito porque ele começou a fazer cocô para todo canto.
Passou-se um tempinho e ele foi se vingar de mim. Quando eu estava andando pelas ruas, aquele “ animal” chato começou a correr atrás de mim! Querendo me morder, mas eu soltei um pum! E ele desmaiou!
Então, depois de muitas brigas, eu e ele viramos amigos. E ganhamos um novo inimigo, um cachorro maior, o nome dele era Buldogue Velho. Ele corria atrás de nós querendo nos morder.
Alguns meses depois, éramos nós que corria atrás dele, porque descobrimos que ele usava uma dentadura e não podia morder ninguém. No final da história você já sabe… todos nós viramos amigos e companheiros um do outro.

Nota: Ana Júlia Cristina digitou o seu texto na escola e teve ajuda de uma colega da sala para corrigi-lo. Algumas ideias que não ficaram muito claras durante a revisão ela e a revisora foram perguntar ao professor se havia possibilidade de modifica-las. O interessante foi ver o avanço de Ana Júlia questionando as frases que havia escrito em seu próprio texto.

Vejamos como foi o planejamento da história:

Planejamento de Ana Júlia Cristina

Durante o desenvolvimento de todo o projeto de escrita de autoria, Ana Júlia deu pequenas contribuições na socialização das atividades. Ela começou a participar mais foi durante os momentos de revisão textual. A aluna percebeu a importância de usar o dicionário para consultá-lo.

1ª versão da sua história (uma parte dela):

1 versão Ana Júlia Cristina

A aluna leu o texto para sala de aula e um colega depois lhe mostrou as palavras que deveria consultar no dicionário.

Ana recebeu algumas dicas para melhorar sua história.

2ª versão:

2 versão Ana Julia Cristina

A ortografia ainda é grande problema a ser resolvido pela aluna, entretanto, seu desempenho melhorou muito ao longos dos meses.

Vejamos como Ana escrevia no começo do ano.

 

Autorretrato Ana Julia Cristina

Produção escrita feita no começo de fevereiro de 2017.

 

 

 

 

O amor é lindo.

Autora: Maria Eduarda Passos

Oi, me chamo Pietro, um coelho bem fofinho e lindo. Posso–lhe fazer uma pergunta? Você gosta de cenoura? Eu amo cenoura, é o meu alimento favorito.
Bom, vou te contar uma historia: Um dia, eu estava passeando lá na praia de Ubatuba de carro, então cai dele sem mais nem menos. Minha dona Clarice foi embora, tentei correr atrás, mas não alcancei, ela me abandonou!!!!! Meu coração começou a partir ao meio. Depois de uma noite passando frio e fome, acabei me superando. Tempos depois, pensei: “ vou aproveitar que a minha dona está fora para eu pegar um bronze. Não é por nada não mas eu estava precisando mesmo rá, rá, rá. ”
Num outro dia, deu uma vontade louca de andar de barco, então fui perguntar para moça, do aluguel de barcos, quanto custava alugar um:
– Moça! Quanto custa para dar uma volta no barco?
-Ah! Um coelho andando de barco!!!!! Que loucura. A moça falou dando gargalhadas.
– Loucura coisa nenhuma, e só para sua informação eu sei pilotar um barco.
-Ta bom, ta bom o barco para alugar custa, dezesseis reais.
-Isso tudo só para andar naquela miséria de barco!! Nossa não sabem respeitar alguém do meu nível.
Uma hora naquela discussão, só por causa do barco, mas o pior foi quando a moça chamou o gerente. Nossa não pensei nem 1, nem 2, nem 3 vezes arrastei o barco até a água e subi em cima, então fui embora. Fiquei dez minutos no barco flutuando. Você não sabe o que eu achei! Eu encontrei uma ilha, mas o problema era que o barco não andava rápido! Plim! Tive uma ideia: de chamar meu amigo Best, mas se você pensa que ele é um coelho, esta enganado, ele é uma baleia orca, muito engraçado e medroso. Ele pensa que é machão, mas não é coisa nenhuma. Ele tem medo de cavalos marinhos, tubarões e entre outros bichos aquáticos.
Agora vou falar as palavras mágicas para ele vir. Uma hora falando as palavras mágicas e de repente ele apareceu e falou:
-Então Pietro tudo bem com você? Precisa de algo?
-Sim, você me leva la naquela ilha?
-Ah, você quer que eu te leve a ilha da diversão?! Perguntou Best.
-Sim, pode me levar lá na ilha por favor?
– Claro, segure-se firme e lá vamos nós!!!!!
– Obaaa!!!
Quando cheguei a ilha encontrei uma linda coelhinha e falei:
– Oi acho que te conheço de algum lugar.
-Oi, quem são vocês?
– Eu me chamo Pietro, e ele se chama Best.
– Prazer em vê–los, eu me chamo Jadie.
– Nossa que nome lindo, quer ser minha amiga?
-Sim, claro!!!
– Agora acho que sei quem é você – eu deduzi – é a trapezista do circo, onde eu também trabalhava como palhaço.
Depois de horas conversando, Best já tinha ido embora. A noite chegou.- Bom, você tem aonde ficar Pietro? Falou Jadie.
– Não tenho porque a pergunta? Falei decepcionado.
– Se quiser pode ficar em minha toca!
– Não obrigado.
– Por favor eu insisto! Que só hoje durma na minha toca.
– Ah, obrigado por ser gentil, então eu vou para toca com você.
Chegando lá na toca.
– O Jadie quem são eles?
– Nossa não tá obvio!!! São meus filhos.
-Nossa são muito fofinhos.
-Deixa eu lhe apresentar, esse aqui é o Gabriel, a Juliana e a Lola, eles são muito fofos não são???
– São sim, mas tem muitos filhotes, tem para dar e vender! Pietro falou dando diversas gargalhadas!!!!
– O que você disse!!!!! Falou Jadie com muita raiva.
– Desculpas, eu só fiz uma piadinha, desculpa mesmo não foi a minha intensão deixar você brava. Falei sem graça.
– Eu te desculpo, mas não faz mais isso por favor.
– Sim, eu juro que não vou fazer de novo. Mas falando de outro assunto. Eu queria te pedir em namoro, você aceita? Perguntei ansioso pela resposta.
– Sim, claro que aceito. Falou Jadie muito, muito feliz.
Depois de várias semanas… Entramos no processo de casamento. Então, no dia mais esperado do ano, nós nos casamos.
Na cerimônia o padre Pietro Silva Lispector disse:
– Jadie Oliveira Macedo aceita Pietro da Silva Lispector como seu legítimo esposo?
– Sim, claro! Falou Jadie muito feliz.
E assim foi a cerimônia. Quando chegou o horário da festa, saímos para a lua de mel que foi na praia.

 

Aluna ganha Concurso Cultural em 2º lugar

Texto jornalístico escrito por Julia Carvalho e Soraia Machado

Aluna Soraia Machado Abdouni, ganha Concurso Cultural em 2ª lugar, o evento aconteceu no dia 08/06/17, no Teatro Galpão às 19 horas.

No começo do evento teve apresentações do Projeto Guri com músicas clássicas. Logo em seguida, contaram a história dos 135 anos do jornal Tribuna do Norte, além de sorteios de brindes para a plateia. Até que chegou o grande momento da premiação, quando Soraia ganhou o título de segundo lugar e foi premiada com um controle de Playstation 2 e um fone de ouvido. Além disso tudo, conseguiu ganhar um prêmio do sorteio da plateia. Foi realmente uma grande noite.

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Os textos jornalísticos fazem parte de atividades trabalhadas pelo professor em sala de aula sobre esse gênero discursivo.

Fotos da premiação:

Aluna da escola Odete é finalista de concurso literário

Texto jornalístico escrito por Maria Clara e Maria Eduarda Aragoso

Soraia Machado Abdouni do 5º ano A, do período da manhã da escola Odete Madureira é finalista do concurso cultural do jornal Tribuna do Norte.
A aluna escreveu um texto de memórias literárias, falando sobre a sua tia que lutou pela emancipação de Moreira César.
Ela receberá o prêmio dia 8 de junho de 217 (quinta-feira) no “Teatro Galpão” às 19 horas. Lá os jurados escolherão quem ficará em 1º, 2º e 3º lugar.

Que concurso é esse?
Esse concurso foi criado pelo “jornal Tribuna do Norte” que está fazendo aniversário de 135 anos.

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Vejamos o texto escrito por Soraia que lhe garantiu o segundo lugar nesse concurso:

Emancipação

Lembro-me de minha tia avó “Bernadete” contando uma história marcante de sua vida, que foi sobre quando ela se reuniu com um grupo de pessoas que queriam a emancipação de Moreira César… Você sabe o que “emancipação”? Bem, minha tia me explicou que é: quando um distrito quer se separar de sua cidade e virar um novo município. Então, minha tia se tornou a presidente da comissão de emancipação, tomando a frente desse movimento.

Esse fato foi matéria muitas vezes em vários jornais, inclusive no “Tribuna do Norte”, que a entrevistou e a fotografou para sair na capa do jornal. Nesse momento minha tia ficou muito feliz pela “Tribuna” a ter entrevistado, pois isso o ajudou muito em sua luta para conscientizar outros moradores de Moreira César.

As lutas aconteceram em 1991 nos Tribunais de Justiça do país, porque o prefeito entrou com ações contra o movimento de emancipação para barrar o plebiscito, enquanto políticos, na esfera estadual se movimentavam, a fim de mudar a lei de Emancipação de Distrito… aliás, você sabe o que é “plebiscito”? É uma consulta sobre questão específica, feita diretamente ao povo, por meio de votação do tipo “Sim” ou “Não”, minha tia que me explicou isso também.

Infelizmente, a lei foi mudada e o distrito não pôde se tornar um município. O bom disso tudo é que esse acontecimento foi registrado pelo jornal “Tribuna do Norte”, que ajudou a conscientizar outros moradores de Moreira César.

 

Momento literário na escola foi um sucesso!!!

Texto jornalístico escrito pelos alunos do 5º ano.
(Produção coletiva)

No dia 6 de junho de 2017, realizou-se um grande evento sobre leitura, chamado “Momento Literário”, na escola Odete Corrêa Madureira localizada na cidade de Pindamonhangaba.

Momento literário consiste em ser um momento de leitura feito por quatro grupos de alunos do quinto ano A do período da manhã. Essa contação aconteceu ao mesmo tempo em sala de aula diferentes para os alunos da pré-escola, primeiro e segundo anos.

O resultado do evento foi considerado um sucesso, porque os contadores disseram que as crianças gostaram desse momento e os professores aprovaram o trabalho dos alunos do quinto ano.

Fotos do evento:

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Os livros que foram lidos para os alunos.

Os grupos formados para contar as histórias.

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Lembrancinhas confeccionadas pelos alunos.

Organizando os alunos no pátio para irem às salas de aula ouvirem a história escolhida.

Esse momento aconteceu após a leitura dos livros.

Vídeos do evento:

 

 

 

 

Vejamos como tudo aconteceu…

Primeiro, o professor fez a proposta aos alunos se gostariam de contar histórias para os alunos menores da escola. Foram divididos os grupos e realizada a escolha dos contadores. Em seguida, foi apresentada uma mesa com vários livros para os alunos olharem e escolherem qual seria o livro  mais adequado para ser lido a esses alunos.

Depois, os grupos se organizaram para preparar o evento. O professor orientou os alunos a irem as salas da pré-escola, 1º e 2º anos fazer o convite para o momento literário.

Num outro momento, os alunos foram convidados a fazerem a inscrição.

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inscrições encerradas!