A vida no circo

Autora: Maria Clara

Olá! Sou um coelho. Você sabe o que eu fiz fora de minha casinhola? Pois se não sabe, vai saber agora.
Primeiro você sabe o que é casinhola? Se não sabe vou te explicar: ela é uma gaiola, com grades estreitas, um tampão de ferro em cima, muito pesado.
Em uma certa manhã, estava passeando entre as ruas, vi um homem, com aparência de dono de circo. Então, fui falar com ele. Fiquei horas conversando sobre meu sonho. “Meu desejo é trabalhar em um circo! ” Pensava sempre nisso.
O dono acabou me contratando para trabalhar em seu circo, por que me achou muito experiente.
No dia seguinte, o meu novo chefe meu deu um nome, “Bundovisque”. Gostei pra caramba!
Passou-se um tempo e meu dono viu que eu era talentoso e me chamou para fazer um show em três dias.
Fiquei tão nervoso que acabei soltando um pum! Passei os dias treinando meus truques de mágico, até que chegou a hora!
Meu chefe me deu um papel especial de malabarismo, em cima da hora, pois o malabarista estava passando mal, no dia. Comecei a fazer o papel. Bem, a tentar fazer! Quando fiz o malabarismo foi caindo bolinha por bolinha na minha cabeça, até que cai no chão.
Fiquei revoltado! Furioso! E muito maluco! Então, disse a mim mesmo, “não irei deixar aquele chato mandar em mim”. Acho que você não deve saber como é um dono de circo? Eles nos obrigam a tudo, e só pensam em mandar na gente.
Depois do ensaio fui me apresentar no show, pensei que estava pagando mico. Então, comecei a correr atrás do meu dono, e com meus dentes afiados comecei a mordê-lo. O dono gritava igual uma menininha fugindo de um rato!
Todos da arquibancada riram, achando que era parte do show. “Acho que vou desistir de trabalhar no circo?” Pensei.
“Mas o que eu poderia fazer? Palhaçadas? Talvez dançar na rua?” Continuei pensando.
“Se eu fizer palhaçadas, vão rir de mim, irei ficar maluco, furioso e revoltado” Discuti comigo mesmo. “Mas como irei dançar na rua? Porém, não faço a mínima ideia de como se dança. Acho que vou tentar me acostumar com o circo, pois foi isso que sempre sonhei.” Cheguei a esta conclusão.
Fim!

desenho clara.jpg

Ilustração de Maria Clara

 

Como foi o planejamento de Maria Clara:

clara planejamento.jpg

Clara organizou bem o seu planejamento, mas teve bastante dificuldade para desenvolver a história. O professor a orientou para que escrevesse sem medo de errar, porque depois haveria sugestões de mudanças.

1ª versão (uma parte dela):

clara 1 versão

As dicas recebidas foram: explicar melhor a entrada do dono do circo; prestar atenção na forma como estava pontuando seu texto. O professor orientou todos os alunos para que fizessem a leitura final em voz alta buscando interpretar o próprio texto escrito.

2ª Versão:

clara 2 versão

A intervenção feita sobre a leitura ajudou a aluna perceber onde precisaria melhorar na segunda versão. Ela mesma fez sua anotações no texto.

3ª versão:

clara 3 versão

Passar a limpo (no caso digitar o texto) foi feito junto com a colega Ana Carolina, que pôde revisar o seu texto e lhe dar novas dicas.

Vejamos como Maria Clara escrevia no inicio do ano letivo:

clara autorretrato

fevereiro de 2017.

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